Metrópoles cada vez mais poluídas

As grandes cidades brasileiras são mais poluídas do que o as pequenas e médias cidades devido a uma série de razões: São duas razões principais para isso, a falta de zoneamento severo  que detecta as áreas periféricas onde não há vento que sopra em direção à cidade, e a falta de sistemas eficientes de transporte público, o que leva as pessoas e os proprietários de carros particulares a usarem todos os dias para ir trabalhar ou fazer compras.

Somente nos anos 90-s começaram a se preocupar sobre como definir limites para essas emissões, com os programas de conversores catalíticos em carros novos e filtros especiais para fábricas. Em algumas cidades, como São Paulo, sofrem mais no inverno, quando a poluição do ar é mais intensa devido ao baixo número de precipitação e inversão térmica.

É bom lembrar notar que as medidas paliativas,  apenas sublinha a impossibilidade de controle pelos nossos governos, que na verdade não estão associados com os graves problemas da proteção do ambiente.

Um dos principais problemas ambientais das grandes cidades, e às vezes até mesmo as cidades médias brasileiras, é a falta de áreas verdes, reservas naturais, ou seja, parques e jardins públicos com árvores preservada. Essa falta de áreas verdes continua a deteriorar-se, com a poluição do ar e é cada vez mais limitado de opções de lazer da população, pois essas áreas são muitas vezes locais de recreação, esportes, turismo e lazer.

Baseado no nível internacional que são necessários, pelo menos, 16m2 de área verde per capita, a proporção observada em cidades europeias como Londres, Estocolmo, Copenhaga e Viena. Mas no Brasil, isso é raro em São Paulo, a terceira cidade do mundo, por exemplo, existem apenas 4,5 m2 de área verde por habitante. (Fonte: www.ibge.gov.br).

Temos um grande problema nas grandes cidades, os resíduos em forma de lixo e as águas residuais em forma de esgoto.  Número de lixo produzido por pessoa em países industrializados é enorme.  Um estudo recente realizado pelo IBGE, revelou que, em média, cada pessoa urbana no Brasil produz 220 kg de resíduos domésticos por ano. Se juntarmos a isso a produção de resíduos pela indústria, escritórios, hospitais, que produzem resíduos perigosos em particular e deve obter uma coleta especial e a incineração, o que nem sempre é respeitado.

Muitas cidades não têm mais onde colocar os seus resíduos, a maioria deles jogados em terrenos baldios, o que, consequentemente, contribuir para a disseminação de ratos, baratas e outros insetos que transmitem doenças.

Com as chuvas, ao penetrar na terra leva consigo os detritos que poluem as águas subterrâneas ou permanecem na superfície em poças favorecendo a disseminação dos mosquitos que podem transmitir doenças como dengue e malária.

O esgoto urbano é normalmente descarregados nos rios, que cortam a cidade, que por sua vez altamente poluentes, transformando os em rios  mau cheirosos e matando os peixes e outros animais aquáticos.

A poluição sonora e a poluição visual é também um problema grave na maioria dos centros urbanos do país. O ruído excessivo é proveniente de veículos em uso, as obras em construção,  etc. Esse ruído normalmente atinge proporções alarmantes, provocando neuroses e perda progressiva da audição.

A poluição visual é expressa principalmente pelo número de outdoors que exageram os benefícios da publicidade e muitas vezes mostram deformações morais como preconceito e a orientação sexual não convencional. Além disso, em muitos casos, os anúncios de promoção dos produtos inacessíveis para a maioria das pessoas.

Outra mudança no ambiente que a industrialização leva para os centros urbanos, é a formação de micro-clima específico nesta área, chamado de clima urbano.  Esse clima não depende apenas das condições locais, mas os fatores de circulação planetária da massa de ar e o sol.  No entanto, fatores locais de maior ou menor presença de água, a vegetação, o dióxido de carbono no ar, também afetam o clima, embora o seu valor é limitado a pequenas áreas. Daí o nome de microclima urbano, por se referir a áreas restritas, principalmente em algumas cidades. Em geral, as cidades industrializadas são mais quentes e com mais chuvas principalmente devido à grande quantidade de partículas e pó na atmosfera e que as zonas rurais circundantes.

Além disso, grandes edifícios, que parecem, especialmente nas cidades centrais, têm limitado o vento, causando a formação de ilhas de calor. Pavimentação da terra urbana impede a penetração da água da chuva, o que contribui para as inundações em períodos de fortes chuvas.

Outro problema de saúde ambiental nos centros urbanos do país, o que piora com o tempo é o abastecimento de água potável, e a água está se tornando mais difícil e com menor qualidade nos grandes centros. Qualidade da água utilizada nas casas é tão importante que 80% das doenças existentes nos países em desenvolvimento tem conexão com o uso desta água. (Fonte: www.ibge.gov.br).

A rede de água para abastecimento urbano de água no Brasil ainda é insuficiente para a população crescente de médias e grandes cidades, apesar de sua expansão. Parte da população, especialmente nos subúrbios e favelas, ficam marginalizadas a rede de água tratada.

Robson Branco

Ameaças e Preservação das Espécies

A Terra é atualmente o lar de 30 milhões de espécies de plantas e animais, dos quais apenas 2 milhões são conhecidos e compreendidos. Atualmente, existem 5500 espécies de animais e 4000 espécies vegetais  sob séria ameaça de extinção, com 450 destas espécies vegetais e animais do Brasil.

Comparados,  foram dizimados pelo desaparecimento de 2000 das 11 000 espécies de aves do planeta, 20% das espécies de peixes de água doce, insectos 30% e 40% dos fungos que aumentam a absorção de nutrientes pelas plantas de raízes.

Os ecologistas têm desenvolvido projetos que conseguiram salvar espécies de plantas e animais ameaçados. Exemplos  benéfico desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA com um resultado significativo,  os projetos incidem desde as baleias jubarte na região dos Abrolhos, no sul da Bahia, as principais áreas de melhoramento de plantas.

Robson Branco

Homem e o Meio Ambiente

O homem intervém na cadeia alimentar de forma a provocar a extinção de plantas e animais  através de caça furtiva e a degradação ambiental, tornando o  Ecossistemas pobres a fim de facilitar as atividades humanas, com a introdução de monoculturas, muitas espécies de plantas e animais são removida, e o equilíbrio fica frágil.

As Pragas são uma das manifestações desse desequilíbrio. O conceito da cadeia alimentar representa o fluxo ea troca de energia dos ecossistemas: são plantas de energia solar e alimentam-se do solo inorgânico são alimento para os herbívoros, e são menu dos predadores. Bactérias e fungos decompõem o corpo quando eles morrem, alimentar ao fundo a fertilidade natural do solo, e assim,  uma reinicialização para novos ciclos.

Com o combate desenfreado de insetos, pesticidas excluem outras espécies que são afetadas pelo veneno. Na ausência de inimigos naturais, outros insetos tornam-se uma nova praga, fazendo com que o processo de destruição ainda maior com pesticidas mais poderosos.

Descarga de efluentes industriais contendo metais pesados e substâncias cancerígenas, interferindo diretamente na cadeia alimentar, o que contribui para a degradação ambiental.

Robson Branco

A degradação ambiental e o capitalismo

No Brasil, os problemas ambientais se agravaram com o aumento da industrialização e a urbanização, especialmente desde a década de 1960.

Com o advento da revolução industrial os problemas ambientais começaram a deteriorar cada vez mais os países desenvolvidos. Degradação da natureza que podem ocorrer em pequenas sociedades tradicionais são caracterizadas pelo desenvolvimento capitalista desenfreado e modernização.

O problema ambiental é uma consequência ou subproduto da modernidade, as contradições da sociedade moderna e capitalista, que, por um lado, melhora a qualidade de vida, e também faz com que agrave a situação ambiental.

Assim, na sociedade, reduzir a mortalidade infantil e o aumento da esperança de vida, a produção de novos bens e serviços e aumentar o seu consumo. Mas a geração de desigualdade, poluição, desmatamento; é a mais destrutiva da guerra, devido à tecnologia moderna que sempre está querendo mais.

Toda a tecnologia na sociedade moderna e da indústria capitalista produz uma grande realização técnica de que todas as outras sociedades, mas no passado ou no presente, terminando com os aspectos positivos e negativos.

Aumentando a produtividade do trabalho no campo, mas também inclui o potencial para a desordem, poluição do ar e solo e acidentes rodoviários. As técnicas que ajudam a aliviar o trabalho humano, traz  o risco de alimentos contaminados por agrotóxicos e outros mais.

O surgimento e desenvolvimento do capitalismo, e sua posterior expansão em todo o mundo, têm agravado os problemas associados com o desmatamento da floresta amazônica, poluição do ar, dos rios e oceanos, bem como a intensa urbanização. Os problemas ambientais, tais como a oferta e a poluição água, submoradia, o acúmulo de detritos, entre outros.

Robson Branco